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domingo, 29 de janeiro de 2012

ALINE

E aí, galera? Aqui é o Igor :) meu dia é quarta, mas como estou postando uns textos e crônicas resolvi fazer um post mais descontraído hoje.

Hoje eu vou falar sobre uma personagem que eu gosto muito, chamada Aline. Não sei quantos de vocês conhecem essa menina meio pirada que não liga pro que os outros pensam e faz o que dá na telha, mas ela é mais ou menos assim: 

Embora eu ache a maioria de vocês conheça ela com essa cara:


POI ZÉ, a Aline foi inventada pelo cartunista Adão Iturrusgarai e é uma garota com poucos pudores, que tem dois namorados, trabalha numa loja de discos e vive se desentendendo com a síndica do prédio onde mora. Além de fazer o que tem vontade, ela é dona de um apetite sexual insaciável ou, segundo a própria : "apenas dá vazão livre aos instintos sexuais". Seu autor a descreve simplesmente como desavergonhada.


Talvez vocês já conheçam essa personagem de um desenho animado que passou no Adult Swim do Cartoon Network (eu confesso que nunca vi essa versão, porque minha mãe não deixava mimimi), ou ainda das gramáticas de português, onde os autores fazem questão de tirar toda a graça do negócio e publicar apenas as tirinhas mais politicamente corretas, o que vai contra toda a personalidade da garota. Mas como eu não sou pago pra ficar me fingindo de santo, não tem mal nenhum mostrar tirinhas que as escolas fazem questão de esconder:


Mas a verdade é que a Aline pode ser "pra frente", assanhada e fora do comum, mas o relacionamento dela com o Otto e o Pedro é muito charmoso, a relação deles muito engraçada e o fato dela ser ciumenta e romântica, apesar de tudo, torna a coisa toda ainda mais cômica. 



No seriado da Globo também abafaram um pouco o apetite sexual da Aline, que no caso é interpretado pela Maria Flor, mas isso não fez com que ela ficasse menos divertida. Aliás, a versão da Globo é uma das minhas preferidas. Lembra um pouco Dona Flor e Seus Dois Maridos, mas ainda assim é bem diferente.

Quem me conhece sabe que eu sou um ser estranho que não sente ciúmes, e quando vejo Aline o quadro se agrava ainda mais e me deixa com vontade de ter um relacionamento a três também. É obvio que na realidade as coisas não funcionariam como na ficção, mas a vida amorosa dos três dá tão certo que você quase acredita que o negócio iria pra frente de verdade. E com a vantagem de ter um parceiro pra jogar videogame, e que a sua namorada nunca vai ter o direito de reclamar de carência.

Quando eu usava barba diziam que eu parecia com o Pedro.
Além deles, o casal gay Rocky e Hudson também aparece na série, com os nomes de Pipo e Rico. Conhecemos também a chata da Dona Rosa, síndica do prédio onde eles moram, que é muito conservadora, e seu filho, Wallace, que é tarado por Aline. Tem o Max, um vendedor da loja de discos onde ela trabalha, que também gosta de Aline. E tem os pais de Aline,  e Dolores, que são exatamente iguais aos personagens deles nos quadrinhos, muto bem adaptados. E por último mas não menos importantes: a vizinha amiga de Aline, Kelly e o analista louco de Aline, Yuri.

Dêem uma olhada no que se trata:


A série da Globo tem duas temporadas, sendo que a primeira está sendo reprisada no canal GNT a partir dessa semana, mas quem preferir pode procurar para baixar na internet. Antes do SOPA e do PIPA era fácil de achar em sites como o MegaUpload, mas agora eu não sei mais. Tentei encontrar o box ou DVD para comprar, mas parece que por algum motivo a Globo nunca lançou - ou seja, não tem motivo nenhum pra reclamarem de quem fizer o download. acho também que tem toda a série no YouTube, dividida em partes, pra quem preferir.

Enfim, agora uma listinha de motivos para amar Aline, como eu:

1 - Se você for igual a Brunna, vai adorar o guarda-roupa da louquinha que não se preocupa em combinar as peças e não se guia pelo senso comum da moda. A figurinista responsável, Marina Alcântara, se baseou no especial que o Caio Albuquerque criou, com um ar urbano, mas com toques underground e cosmopolita, já que a história se passa em São Paulo. “Nós usamos muitas peças vintage, de brechós, e com rendas, coloridos e estampas diferentes”, diz. O resultado é um visual  meio demodè, vintage, que é a cara da personagem que não liga pro que os outros pensam.

imagem do blog Modices.
2 - Se você for igual ao Edu vai curtir a edição da série, que é muito bem feita. A fotografia é incrível, com tomadas maravilhosas de São Paulo. A série toda parece trabalhada no photoshop. Além disso, cada episódio tem uma pegada diferente, tendo inclusive um que é um musical. Quem curte imagem, vídeo, edição e etc vai se amarrar com certeza.



3 - Se você for igual a Emily vai se apaixonar pela trilha sonora da série. Nada de musiquinhas clichès, Aline é musicado por rimos desde pop até o hard rock, passando pelo MPB, samba, indie, retrô, e por aí vai. É um repertório eclético e que é capaz de agradar todo mundo.


4 - E se você for igual ao Alex vai gostar porque gosta de qualquer coisa, mesmo HAHAHAHA foi mal, Alex, brincadeira.

Mas enfim, está dada a dica. Seriado, desenho animado e quadrinhos Aline. Vale a pena.

Então é isso, por hoje é só. Quarta eu volto pra postar um dos meus textos. Espero que tenham gostado. Esse post deu trabalho, então se gostaram votem aqui em baixo e comentem, dêem a opinião de vocês. 

Um abraço e até a próxima!

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

A VIDA DE UM HOMEM CHAMADO TOM


Ei, ei, galerinha. Aqui é o Igor de novo e como eu disse, vou postar alguns textos antigos meus. Não sei se vcês curtem ler, se tem paciência pra tanta letra, mas essa crônica se chama "a vida de um homem chamado Tom" e eu a escrevi há alguns anos atrás. Espero que gostem:

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Ele era um cara alto, consideravelmente taciturno e bastante amistoso. Ele acordava por volta das seis da manhã e chegava ao trabalho ás sete. Almoçava por volta de uma hora e chegava em casa ás seis e meia. Costumava jantar macarrão de microondas e ver televisão o resto da noite. Quando nasceu, sua mãe resolveu que seu nome seria Tom.
Naquele dia prolixo em especial Tom resolveu checar sua correspondência antes de entrar em casa. Aliás, ele nunca recebia nada além de contas. E foi o simples abrir da caixa de correio que mudou o resto da sua noite e, quem dirá, da sua vida. A portinha abriu e balançou perigosamente sobre a única dobradiça que ainda restava, enquanto Tom recolhia as contas de luz e água. Depois de ter o correio recolhido, bateu a portinhola com um pouco mais de força do que deveria, e um baque fino anunciou que a última dobradiça também já era.
Por alguns milésimos de segundos o apetrecho de metal caiu em direção ao pé de Tom, e acertou seu dedão com uma força nauseante. O berro, como podem imaginar, foi plenamente audível. Ele xingou toda a família ainda viva da porta da caixa de correios e mancou para dentro de casa. Mórbido ao estremo, olhou para a unha sangrenta no seu pé e achou prudente procurar um hospital.
O caminho foi longo e dolorido. Sempre era. Tom mancou até a recepcionista e ainda conseguiu energias para discutir com ela. “Mas eu estou para perder o dedo!”. E depois de algum tempo ele entrou na sala de emergências. Soltando ganidos exagerados de dor, ele foi examinado, medicado e enfaixado. Estava sentado numa das salas brancas do hospital e ficou encarando o dedo recoberto de branco. Parecia ter duplicado de tamanho.
Passou quase quatro horas no hospital até ser liberado sob o pretexto de voltar em duas semanas. Posso dizer que a vida não ficou mais generosa para com Tom. Ele ia trabalhar no mesmo horário, almoçava no mesmo horário e saía no mesmo horário. Chegava em casa e jantava a mesma comida, depois de dar uma olhada para a caixa de correio sem porta, e assistia os mesmos programas.
Duas semanas se passaram e ele voltou para o hospital. Demorou na sala de espera, aguardou no corredor e esperou na sala do médico. O doutor passou uns dez minutos fora da sala antes de entrar. A porta atrás de Tom se abriu, mas a voz que ele escutou não foi a de um médico.
- E então, como tem sido?
A mulher examinou seu dedo e mandou removerem as ataduras. Indicou um novo medicamento e o despachou. Tom não. Ele virou-se pela última vez antes de sair da sala dela:
- Você está livre amanhã á noite?
Foi a primeira remada que ele deu contra a rotina. Eles se encontraram, namoraram por alguns meses, mas ao contrário do que estão pensando, eles não se casaram. Cada um seguiu seu caminho, mas Tom não deixou mais que o caminho o levasse. Desde então ele tem um novo emprego, acorda mais tarde, chega em casa mais cedo, janta coisas diferentes á cada dia e marca programas para a noite. Agora Tom é um homem livre.

Até consertou a porta da caixa de correios.

Por Igor Mariano

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

NOVO MAL PAGO


E aí galerinha, tudo bem? 

Vim aqui anunciar que a partir desse momento existe mais um mal pago passando necessidade e postando aqui no blog. POI ZÉ, agora somos seis, e o sexto integrante SOU EU. 
- Mas "eu" quem, amigão?
Então, vou me apresentar pra vocês:
Meu nome é Igor Mariano, tenho 17 anos maaas agora em março já faço 18 e passo a ser uma ave livre pra voar poder ser preso. EBA! -n
Acabei de passar na faculdade de publicidade e propaganda, curto muito escrever, ouvir música e tirar fotos. Não sou muito do tipo que vira fã de bandas e artistas, costumo gostar de uma ou outra coisa isolada. Ao longo do tempo que eu estiver aqui cês vão acabar sabendo um pouco o que eu curto e o que não.
Não vou postar minha foto aqui pra vocês não se apaixonarem porque não tenho nenhuma nesse computador.
Sou apaixonado por viajar, comprar e ler, assisto muito filmes, adoro aprender novas línguas (já falo português, inglês, espanhol e to começando italiano, com planos de aprender francês também). Toco violão (mal), edito vídeos (mal), já fui professor (mal) e consegui o milagre de passar de ano direto todos os anos (bem mal). 
Sou carioca, chato, cheio de manias e vou postar aqui toda quarta-feira 8D não deixem de passar aqui no meio da semana, viu? Vou postar textos escritos por mim, vídeos interessantes que eu achar na internet e o que mais der na telha. E já aviso logo: tentem não me levar muito a sério.

Então é isso galera, um beijo e até semana que vem. Foi um prazer conhecer vocês.

PS.: COMO MUITOS ESTÃO PEDINDO VOU POSTAR UMA FOTO MINHA, AÍ VAI:


ok, esse não sou eu, é o adam levine, mas somos tão parecidos que todo mundo diz que somos irmãos gêmeos -not (avisei pra não me levarem a sério).